Equipes eficazes alcançam 5 em soma de 2+2

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Trabalho em rede é a máxima evolução no atual contexto social. Quando o assunto tratado é equipe eficaz, não importa o contexto abordado ou o tamanho do objetivo, a sinergia entre as pessoas é indispensável para o alcance de bons resultados.

Existem dois níveis nesse tipo de trabalho, o que guia os pensamentos à nível micro (internamente) e os pensamentos macro (externamente). Quando todos os graus de parceria se somam tem-se o trabalho em rede, formando um movimento de crescimento e multiplicação à níveis bem maiores que qualquer esforço solitário seria capaz de produzir.

Quando os propósitos esperados e os interesses comuns são claramente expostos, a coletividade mantem a individualidade de cada componente, percebendo que as diferenças não importam quando a missão é o benefício maior que tocará todos, tornando as diferenças em potenciais  engrandecedores.

Parcerias bem realizadas são pautadas sob procedimentos bem definidos e responsabilidades bem distribuídas, buscando minimizar os conflitos e maximizar a confiabilidade. Para isso lideranças seguras seguem para o consenso, pois o espírito de democracia tem como base a confiança e a legitimidade.

Praticar trabalho em rede é um desafio que exige maleabilidade e destreza para encadear pessoas, finanças, recursos materiais e empresas rumo ao benefício comum dos envolvidos, bem como de toda a sociedade.

O primeiro passo é a coerência. Harmonia atingida com a nítida definição dos propósitos empresarial e pessoal.

Daí, abre-se uma série de ensinamentos próprios do coaching.

Liderança e espiritualidade nas organizações

 

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“A espiritualidade nos locais de trabalho significa, pois, que os seres humanos são sensíveis a temas como: justiça, confiança, tratamento respeitador e digno, possibilidade de obterem no trabalho significado para a vida”. (Rego, Cunha, Souto, 2005)

Importante iniciar o pensamento desmistificando o mito e esclarecendo que espiritualidade nas empresas não tem qualquer relação com religião, dogma, igreja ou mesmo ideologias. Aqui tratamos apenas sobre o crescimento dos “valores das organizações”.

Tal como utilizamos a Pirâmide de Abraham Maslow para identificar a hierarquia das necessidades básicas do ser humano, Richard Barrett, à seu modo, criou um modelo para identificar e classificar 7 níveis de valores organizacionais. Segundo o qual, quanto mais elevados são os valores, mais espiritualizada é a organização.

Na sequência, a hierarquia crescente é: sobrevivência, relacionamento, autoestima, transformação, coesão interna, coesão externa e servir.

Possuir apenas valores localizados nos níveis inferiores ou mesmo os que estão nos níveis superiores é questão preocupante. A Cultura Organizacional Global abrange toda a cadeia de valor apontada por Barrett, tocando desde os níveis da espiritualidade até os níveis basilares um, dois e três.

Eliminar as convicções limitadoras é o primeiro passo para o crescimento empresarial e elevação espiritual na organização. A liderança tem papel fundamental neste caminho de longevidade, atuando com percepção ativa para a manutenção da sua equipe de trabalho. Medos e incertezas dão lugar para a constância e segurança.

Mais e mais empresas em todo o mundo vem elevando seu grau de espiritualidade para atingir patamares competitivos acirrados e contam suas trajetórias de sucesso.